Governo do estado vai arcar com sepultamento de sequestrador

Iniciativa é da Major Fabiana da Secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência

Por O Dia

Wilson Witzel
Wilson Witzel -
Rio - O governo do estado vai arcar com os custos do sepultamento de Willian Augusto da Silva, de 20 anos, que foi morto na Ponte Rio-Niterói, na manhã desta terça-feira, após sequestrar um ônibus e fazer 39 reféns. Ele foi baleado por um sniper do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope). A iniciativa é da Major Fabiana da Secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência. 
"Nossa secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência, comandada pela secretária major Fabiana, está agindo para dar apoio às vítimas, às famílias das vítimas e, também não poderia deixar de ser diferente, estamos acolhendo a família desta pessoa que sequestrou o ônibus. Conversei com um dos parentes, ele disse que a mãe dele está muito abalada. Falou que vamos ajudá-la a superar esse momento difícil", afirmou o governador. 
De acordo com a pasta, uma equipe vai encaminhar e acompanhar a família de Willian até a Defensoria Pública, nesta quarta-feira, onde será realizado o pedido de gratuidade do sepultamento, por se tratar de hipossuficiência.
Mãe soube pela televisão que o filho sequestrava um ônibus
A mãe do sequestrador Willian Augusto da Silva deixou a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSGI) em uma viatura no fim da tarde desta terça-feira sem falar com a imprensa. Renata Paula da Silva chegou em estado de choque na DHNSGI, segundo policiais. A cuidadora de idosos chorava muito e passou mal na delegacia.
Renata Silva não tem o costume de assistir televisão, mas hoje, por acaso, soube desta maneira que Willian estava sequestrando um ônibus. Renata entrou em desespero e procurou a polícia. Ela se encaminhou para a 74ª DP (Alcântara), de onde seguiu para batalhão de São Gonçalo. Foi neste deslocamento que ela soube da morte do filho.
A mãe de Willian pediu desculpas pelo crime do filho. Ela se disse chocada com o que aconteceu e contou que não esperava nada do gênero. Renata disse que o filho apresentava transtornos mentais. Chorando muito, ela perguntava repetidamente se o filho havia machucado alguém.

 

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Governo do estado vai arcar com sepultamento de sequestrador O Dia - Rio de Janeiro

Governo do estado vai arcar com sepultamento de sequestrador

Iniciativa é da Major Fabiana da Secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência

Por O Dia

Wilson Witzel
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Rio - O governo do estado vai arcar com os custos do sepultamento de Willian Augusto da Silva, de 20 anos, que foi morto na Ponte Rio-Niterói, na manhã desta terça-feira, após sequestrar um ônibus e fazer 39 reféns. Ele foi baleado por um sniper do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope). A iniciativa é da Major Fabiana da Secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência. 
"Nossa secretaria de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência, comandada pela secretária major Fabiana, está agindo para dar apoio às vítimas, às famílias das vítimas e, também não poderia deixar de ser diferente, estamos acolhendo a família desta pessoa que sequestrou o ônibus. Conversei com um dos parentes, ele disse que a mãe dele está muito abalada. Falou que vamos ajudá-la a superar esse momento difícil", afirmou o governador. 
De acordo com a pasta, uma equipe vai encaminhar e acompanhar a família de Willian até a Defensoria Pública, nesta quarta-feira, onde será realizado o pedido de gratuidade do sepultamento, por se tratar de hipossuficiência.
Mãe soube pela televisão que o filho sequestrava um ônibus
A mãe do sequestrador Willian Augusto da Silva deixou a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSGI) em uma viatura no fim da tarde desta terça-feira sem falar com a imprensa. Renata Paula da Silva chegou em estado de choque na DHNSGI, segundo policiais. A cuidadora de idosos chorava muito e passou mal na delegacia.
Renata Silva não tem o costume de assistir televisão, mas hoje, por acaso, soube desta maneira que Willian estava sequestrando um ônibus. Renata entrou em desespero e procurou a polícia. Ela se encaminhou para a 74ª DP (Alcântara), de onde seguiu para batalhão de São Gonçalo. Foi neste deslocamento que ela soube da morte do filho.
A mãe de Willian pediu desculpas pelo crime do filho. Ela se disse chocada com o que aconteceu e contou que não esperava nada do gênero. Renata disse que o filho apresentava transtornos mentais. Chorando muito, ela perguntava repetidamente se o filho havia machucado alguém.

 

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