Justiça determina volta da Linha Amarela para a Lamsa e cobrança do pedágio

Na noite deste domingo, a praça do pedágio da via expressa foi descaracterizada com as cancelas retiradas e sensores e câmeras inutilizados pela prefeitura

Por O Dia

Praça do pedágio foi descaracterizada
Praça do pedágio foi descaracterizada -
Rio - A Justiça concedeu, na manhã desta segunda-feira, liminar contra a decisão da prefeitura de reassumir o controle da Linha Amarela. Na noite de ontem, a Lamsa foi notificada pelo município sobre o fim do contrato de concessão da via, que teve a cobrança do pedágio suspensa nos dois sentidos. Na ocasião, a praça do pedágio foi descaracterizada com as cancelas retiradas e sensores e câmeras inutilizados.
Além de determinar a volta do controle da via expressa para a Lamsa, a Justiça estabeleceu uma multa de R$ 100 mil por dia que a concessionária fique impedida de operar a via.

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Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Praça do pedágio foi descaracterizada Hudson Pontes
Cobrança do pedágio foi suspensa Divulgação / Prefeitura do Rio
Cobrança do pedágio foi suspensa Divulgação / Prefeitura do Rio
Cobrança do pedágio foi suspensa Divulgação / Prefeitura do Rio
Em nota, após a prefeitura reassumir a Linha Amarela, a Lamsa classificou a atitude do município como um "ato de abuso extremo de autoridade, sem precedentes na história e sem amparo jurídico". 
"Um ato que colocou em risco a segurança dos colaboradores e usuários da via expressa", a Lamsa classificou. "A concessionária, uma empresa do grupo Invepar, condena veementemente a decisão ilegal e abusiva do poder municipal, que só causará transtornos à sociedade carioca" .
A retomada da Linha Amarela pela prefeitura aconteceu dois dias depois de o município anunciar o fim do contrato de concessão da via. O anúncio foi feito após o município identificar um prejuízo de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos com a concessão.
A prefeitura alega que a concessionária teve um retorno financeiro de 30% e não 10% como previsto na equação que trata do equilíbrio econômico-financeiro do contrato.
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