Portal dos Procurados divulga cartaz para encontrar homem que fazia a mulher comer fezes

Vítima foi assassinada e teve o corpo escondido no quintal de casa

Por O Dia

Disque Denúncia oferece recompensa de R$1 mil para informações que levam à prisão de Gutemberg
Disque Denúncia oferece recompensa de R$1 mil para informações que levam à prisão de Gutemberg -
 Rio - O Portal dos Procurados divulgou nesta quarta-feira um cartaz com a recompensa de R$ 1 mil para informações que levem à captura de Gutemberg Xavier Alves, 42 anos. Ele é acusado de matar e enterrar o corpo de Franciane Moizes Pedro, 27 anos, no quintal de sua casa. O caso aconteceu em Miracema, no Noroeste Fluminense.
Após a morte da jovem e durante o início das investigações, agentes passaram a considerar o envolvimento de Gutemberg no desaparecimento de Franciane. Após prestar depoimento na delegacia responsável pelo caso, a 137ªDP (Miracema), ele ficou desconfiado e desenterrou o corpo, esquartejou e mandou um rapaz com transtornos mentais se desfazer dos restos mortais, 42 dias após a morte da jovem.
De acordo com o portal, imagens de câmeras de segurança mostram Gutemberg deixando a casa acompanhado desse homem, que carrega uma sacola azul, onde estariam partes do corpo da vítima. A investigação da Polícia Civil aponta que o acusado enganou o rapaz fazendo-o pensar que se tratava de um cachorro morto.
A ossada da vítima foi encontrada no final de outubro em uma área de mata, na cidade de Palma, no estado de Minas Gerais, que faz divisa com Miracema.  
Segundo investigações da 137ª DP (Miracema), agentes descobriram ainda que Franciane era obrigada a comer fezes e assistir vídeos de Gutemberg, que é soropositivo, fazendo sexo com outras mulheres. A unidade detalha que ele se gabava de contaminar as mulheres com o vírus do HIV. Os vídeos não foram encontrados pela distrital.
No início do relacionamento, Gutemberg mentiu sobre ser diagnosticado com o vírus HIV. Ele mostrou um exame para Francine com o resultado negativo de HIV. No decorrer da relação, no entanto, ela descobriu que o exame era falso.
O delegado responsável pelas investigações, o Drº Gésner Bruno, contou que pelo menos 20 depoimentos já foram colhidos. Segundo testemunhas, Gutemberg também obrigou Francine a fazer uma tatuagem com a frase: “Gutemberg, eu te amo”.

Após a repercussão do caso, uma mulher procurou a 137ª DP (Miracema) para relatar que foi estuprada por Gutemberg. A Polícia Civil investiga o caso.
 
 
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