Piscinas públicas, parques... As opções do carioca para fugir do calor

Que tal se divertir com os filhos e, de quebra, se refrescar? Veja opções em que não é preciso coçar o bolso

Por Anderson Justino

Localizada no início da Rio-Santos, em Santa Cruz, a Cidade das Crianças funciona de terça a domingo
Localizada no início da Rio-Santos, em Santa Cruz, a Cidade das Crianças funciona de terça a domingo -

A chegada do verão coincide com as férias escolares e, com isso, o número de crianças brincando em áreas ao ar livre aumenta. Com tempo de sobra, a garotada quer mais é passear onde possa também dar um drible no calorão desses dias. O ideal é tirar os trajes de banho do armário e partir para a diversão.

No Rio, as opções de lazer estão cada vez mais acessíveis para as famílias. Além das praias, claro. É o caso das vilas olímpicas e parques.

Para quem mora na Zona Norte, principalmente na região da Leopoldina, o point mais badalado é o tradicional Piscinão de Ramos. Ainda no subúrbio, levar os pequenos ao Parque Madureira é uma boa pedida. O local, de 450 mil metros quadrados, possui uma cascata d'água artificial.

Já em Santa Cruz, na Zona Oeste, o pequeno Jorge Calham aproveitou o imenso parque aquático Cidade das Crianças para curtir o seu aniversário ao lado dos amigos. "A ideia foi dele e nós aceitamos. É uma opção barata e com oportunidade para todos os coleguinhas dele. Brincam, se divertem e ainda podem se refrescar na piscina", contou a mãe do aniversariante, Joice Galdino, ao lado do marido, Roni Antonacio. A família mora em Campo Grande.

Colônia de férias

A Subsecretaria municipal de Esporte e Lazer está oferecendo colônia de férias de graça nas diversas vilas olímpicas espalhadas pela capital.

A programação é voltada para crianças a partir de 5 anos e adolescentes dos 12 aos 16 anos. Eles poderão utilizar todos os espaços, inclusive as piscinas, para atividades recreativas, esportivas, psicomotoras, jogos cooperativos e atividades com os pais, tudo de acordo com as faixas etárias.

As inscrições podem ser realizadas nas próprias vilas, e as colônias vão até o dia 31 de janeiro.

 

Sem Piscinão, piscininha

Em São Gonçalo, por exemplo, o único espaço de lazer que poderia ser usado pela população para se refrescar no período de verão e férias escolar está abandonado. O Piscinão de São Gonçalo, que há tempos serviu como ponto de encontro dos gonçalenses, hoje vive o retrato inverso e o mato tomou conta do lugar.

O governo do estado garante que está tomando providências para reativar o espaço. "O primeiro passo foi concluído em dezembro. Ainda no primeiro trimestre de 2020, será lançado edital para a contratação de estudos que possibilitem a reativação do local", informou em nota.

Enquanto o espaço não reabre, a população dá seu jeito. Para alívio e diversão da molecada, a decisão de alguns tem sido a de instalar piscinas plásticas no meio da rua, como a reportagem do DIA flagrou esta semana.

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