Vídeo: falso ambulante é flagrado furtando celulares de clientes em bares do Rio

Criminoso se disfarçava de vendedor de amendoim para pegar pertences das vítimas em estabelecimentos da Lapa e da Zona Sul

Por O Dia

Ação de Cristiano Vieira da Silva era flagrada por câmeras de segurança dos estabelecimentos
Ação de Cristiano Vieira da Silva era flagrada por câmeras de segurança dos estabelecimentos -
Rio - Policiais da 12ª DP (Copacabana) prenderam, nesta quinta-feira, um homem que se passava por vendedor de amendoim para furtar clientes em bares e restaurantes da Lapa e da Zona Sul do Rio. Cristiano Vieira da Silva, de 33 anos, conhecido como Amendoim, também era procurado por dois homicídios. Um deles contra Moisés Cândido da Silva, morto com golpes de faca na madrugada do dia 21 de janeiro de 2015, na Posse, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Amendoim foi capturado na Rua Elisa, em Austin, Nova Iguaçu, na casa em que chegou a morar com o pai. Contra ele, havia dois mandados de prisão preventiva em aberto, um por homicídio e outro por furto qualificado. O criminoso estava foragido da Justiça há dois anos.
De acordo com delegada Valéria de Aragão Sádio, titular da 12ª DP, durante o crime, Cristiano pegava os celulares dos clientes deixados sobre as mesas, quando se aproximava das vítimas para oferecer uma prova de amendoim. 
"Após se apoderar dos smartphones deixados momentaneamente sobre as mesas, afastava-se rapidamente e seguia para outros bares para praticar novos golpes", conta a delegada.

Após o furto, os clientes só se davam conta que o falso ambulante era o autor do crime, quando viam as imagens das câmeras de segurança dos estabelecimentos.
"Eles ficavam surpreendidas com o fato de um criminoso se disfarçar de um trabalhador tão antigo e tradicional quanto um vendedor de amendoins", afirma Sádio.
Ainda segundo a delegada, Cristiano tem nove passagens pela polícia, dentre elas por furto, porte irregular de arma de fogo, incêndio e ameaça. Além disso, ele já foi condenado cinco vezes por furto simples e majorado (quando há o emprego da violência).
"Certo é que os decretos prisionais anteriores não foram suficientes para interromper sua carreira criminosa, não resistindo ele à tentação de delinquir tão logo alcance a liberdade", a delegada avaliou.
Na véspera do Natal do ano passado, Cristiano colocou fogo no apartamento da ex-companheira, fugindo logo em seguida.
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