Disque Denúncia pede informações sobre envolvidos na morte de PM na Zona Oeste

Marcos Antonio de Souza Moreira, de 60 anos, foi morto a tiros na Rua Namur, na Vila Valqueire, Zona Oeste do Rio

Por O Dia

Cartaz pede informações sobre morte de Marcos Antonio de Souza Moreira, de 60 anos
Cartaz pede informações sobre morte de Marcos Antonio de Souza Moreira, de 60 anos -
Rio - O Portal dos Procurados divulgou, nesta quarta-feira, um cartaz pedindo informações que levem a identificação e localização dos envolvidos na morte do Subtenente Reformado da Policia Militar Marcos Antonio de Souza Moreira, de 60 anos. Ele foi morto a tiros na Rua Namur, na Vila Valqueire, Zona Oeste do Rio, por volta das 12h40, quando estava parado com seu veiculo
Segundo informações, dois ocupantes de uma moto passaram e efetuaram cinco disparos de arma de fogo contra ele e em seguida fugiram. O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local, mas quando chegou o policial reformado já estava morto.
Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) estiveram no local, assumiram o caso e fizeram pericia. Agentes buscam imagens de câmeras de segurança para identificar a autoria do crime.
Com a morte de Marcos Antonio, chega a 32 o número de Agentes de Segurança Pública assassinados no Rio em 2020, sendo 24 da Polícia Militar, um da Polícia Federal, dois do Corpo de Bombeiros, dois da Polícia Civil, dois da Marinha do Brasil, e um policial penal da SEAP.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos assassinos do agente de segurança, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procuradosrj/, pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular – Disque Denúncia, ou pelo https://twitter.com/PProcurados (mensagens) – . O Anonimato é garantido.
Todas as denúncias sigilosas sobre o caso serão encaminhadas ao Grupode Ação Conjunta (GAC) - formado pelo Núcleo de Investigação de Mortede Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (NIMP) e o Grupo dePronta Resposta da Coordenadoria de Inteligência da PMERJ (GPRI) encarregadas do caso e que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de agentes de segurança.

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