Incêndio no museu aconteceu no dia 2 de setembro de 2018 - Reginaldo Pimenta / Agência O Dia
Incêndio no museu aconteceu no dia 2 de setembro de 2018Reginaldo Pimenta / Agência O Dia
Por O Dia
Rio - A Polícia Federal concluiu, nesta segunda-feira, a investigação sobre o incêndio do Museu Nacional, que aconteceu no dia 2 de setembro de 2018. O inquérito descartou a hipótese de incêndio criminal.
De acordo com a PF, a perícia técnica-criminal feita no local confirmou que o início do fogo aconteceu no Auditório Roquette Pinto, localizado no 1º andar, próximo à entrada principal do espaço. O local provável de origem do incêndio foi um dos aparelhos de ar condicionado instalado auditório.
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A investigação apontou que o Corpo de Bombeiros havia iniciado uma fiscalização no prédio em agosto de 2015. Essa fiscalização, no entanto, não foi concluída e o oficial responsável pela vistoria foi punido administrativamente.

Após a fiscalização, o reitor da UFRJ, responsável pelo espaço, e a diretoria do Museu Nacional tentaram com o BNDES um financiamento para a revitalização do prédio, que dentre outros, iria adequá-lo ao código de segurança contra incêndio e pânico. O contrato com o banco só foi assinado em junho de 2018 e até o momento do incêndio, nada havia sido pago.
Ainda segundo a Polícia Federal, com base nas provas colhidas, a universidade e o Museu Nacional não foram omissos, principalmente, porque, apesar das obras de restauração ainda não terem começado na época do incêndio, a obtenção de verba para a reforma do prédio havia sido garantida meses antes.