Thayane e Gilton  - Reprodução
Thayane e Gilton Reprodução
Por O Dia
Rio - Gilton Santos Pinto, suspeito de ter matado a arquiteta Thayane Nunes da Silva, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, na semana passada, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva nesta segunda-feira. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), "a vitima não estava na posse de nenhum objeto que pudesse lesionar o autor".
O TJRJ disse ainda que Gilton agiu com o intuito de matar Thayane, já que o mesmo asfixiou e esganou a vítima. 
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"Uma vez que, foi confirmado pelo laudo de necropsia que Thayanne morreu após ser asfixiada por constrição de seu pescoço, o que corrobora que a causa da morte é compatível com a versão apresentada pelas testemunhas. Percebe-se, pois, que a causa da morte foi estrangulamento, de acordo com o laudo de necropsia, e a vítima não teria sido encontrada na posse de qualquer objeto que pudesse representar risco à integridade física do custodiado", diz a decisão. 
O criminoso está internado no Hospital Geral da Japuíba, em Angra dos Reis, sob custódia. O corpo da arquiteta foi enterrado na manhã deste sábado (4) no Cemitério de Jardim da Saudade de Paciência, na Zona Oeste do Rio.