
As fake news contra Martha Rocha começaram a circular em 1º de outubro, após o debate dos candidatos promovido pelo grupo Bandeirantes (Band). O vídeo foi publicado por um perfil no Instram e compartilhado por outros dois perfis na rede social, e um terceiro no Facebook. Nenhum dos perfis indicava a pessoa a quem pertencia. O Instagram, assim como o WhatsApp, é de propriedade do Facebook.
No vídeo, uma voz não identificada afirma que Martha Rocha é investigada por prática de caixa dois (financiamento irregular e não declarado) em sua campanha e que, como chefe de polícia durante o governo Sergio Cabral, a delegada não prendeu nenhum político ou policial corrupto. A candidata nega todas as afirmações.
Os advogados da candidata afirmam, na representação à Justiça Eleitoral, que nunca houve inquérito policial ou procedimento administrativo para apurar suposta prática de caixa dois em qualquer campanha da delegada Martha Rocha a cargos eletivo. "O segundo ataque é ainda mais inverossímil. De plano se verifica a falta de conexão com a realidade – como cogitar não se prender nenhum político ou policial corrupto em anos à frente da Polícia Civil do Rio de Janeiro? Da forma como se veicula o vídeo quer incutir na cabeça do eleitor que a candidata teria cometido, em tese, crime de prevaricação. Calúnia inaceitável, ainda mais em período eleitoral", diz o texto.
A defesa da candidata Martha Rocha pediu ao Facebook que informe o número IP (endereço na internet) da conexão usada para cadastrar os perfis que publicaram o vídeo assim como dados pessoais dos criadores e administradores desses perfis. Investigações conduzidas pela campanha da delegada identificaram também uma das responsáveis é uma moradora de Niterói, na Região Metropolitana.
Operações na gestão Martha Rocha




