
Apesar de trafegar em velocidade inferior às verificadas nas faixas para automóveis e ônibus urbanos, as infrações colocam em risco os passageiros dos veículos quanto os do sistema BRT.
Outro ponto é que o dano aos articulados do BRT afetam diretamente a população, já que eles precisam ficar fora de operação quando ocorre algum acidente, sendo um a menos nas ruas. Em caso de dano grave, o veículo pode ficar mais de um mês fora de circulação.
“Ao invadirem a calha, motoristas de veículos e de motos, além de pedestres e ciclistas, colocam em risco a sua vida e a de dezenas de pessoas que estão dentro dos articulados. As pistas exclusivas do BRT são para que funcionem em benefício de milhares de pessoas que utilizam o transporte coletivo de massa, e não para atender a interesses individuais. É importante que as pessoas tenham consciência do imenso risco que provocam ao cometerem esse tipo de infração”, alerta o presidente executivo do BRT Rio, Luiz Martins.




