
“O contrato do VLT do Centro da cidade é o maior escândalo que existe. O Eduardo Paes assinou um acordo prevendo que, se não andarem 250 mil passageiros todos os dias no VLT, a prefeitura vai pagar pela diferença. O resultado é que hoje o município é obrigado a pagar, todos os dias, pelos 141 mil passageiros que não andam no VLT. É o passageiro-fantasma. Contratos como esse estão espalhados por toda a cidade, estão consumindo os recursos públicos”, disse Clarissa.
A candidata também lamentou o estado de abandono do prédio onde funcionou o restaurante popular da Central do Brasil. Moradores e comerciantes da região pediram a reabertura do serviço, lembrando que atendia não apenas a quem vive nas comunidades próximas, mas também aos ambulantes e trabalhadores da região e até aos moradores de rua.
A candidata ressaltou ainda que é preciso dar atenção especial à população que não tem onde morar. Clarissa lembrou que, hoje, há 17 mil moradores de rua no Rio e meio milhão de pessoas vivendo em em áreas de risco na cidade.
“O Crivella prometeu cuidar das pessoas, mas, infelizmente, isso não é realidade. O Rio é o retrato do descaso e do abandono com as pessoas. Nós precisamos entender que, para a população de rua, nós precisamos de soluções diferentes para problemas diferentes. Há quem precise de acolhimento, como as mulheres vítimas de violência doméstica que precisam sair de casa mas não tem para onde ir e os trabalhadores que dependem dos hotéis populares; e quem precise de tratamento porque está perdido para as drogas”, afirmou Clarissa.




