
As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo, com base na denúncia do MP-Rj encaminhada ao Órgão Especial do tribunal de Justiça do Rio, ao qual tiveram acesso. As evidências estão no âmbito da investigação do caso Queiroz, que apura o esquema de "rachadinha" no gabinete do ex-deputado estadual e filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante o seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Flávio é apontado como líder da organização criminosa e ainda por peculato, lavagem de dinheiro. Em resposta ao Globo, a defesa do senador qualificou as revelações apuradas pela investigação como 'insustentável". As contas de Flávio e da esposa tiveram o sigilo bancário quebrado, por isso os depósitos foram identificados.
"Não encontram lastro em valores sacados nas contas do casal", ou seja, "não provêm de suas fontes lícitas de renda, mas sim dos valores desviados da Alerj pelos 'assessores fantasmas', por intermédio de operadores financeiros", dizem trechos da denúncia. O ex-assessor de Flávio e amigo pessoal da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz, em prisão domiciliar desde julho deste anos, também é citado.











