Moradores relatam água de cor amarela saindo das torneiras - Arquivo Pessoal
Moradores relatam água de cor amarela saindo das torneirasArquivo Pessoal
Por O Dia
Rio – A diretoria da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) prestou esclarecimentos, nesta quinta-feira, a membros do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPERJ), além de professores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), sobre o serviço emergencial executado na Elevatória do Lameirão.
No encontro, foram detalhadas medidas adotadas pela companhia para reduzir os impactos do abastecimento nas cidades do Rio de Janeiro e Nilópolis.
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A reunião ainda contou com um comprometimento por parte da Cedae em implantar um Gabinete de Crise, além de se manter um canal aberto com os órgãos sobre o andamento do reparo e todos os assuntos relacionados ao serviço do Lameirão.
Segundo o MP, o objetivo da reunião foi entender melhor a extensão do problema e buscar formas de resolução efetiva para a questão. Entre as principais demandas para a companhia destacam-se a necessidade de se ter diagnóstico, com a identificação georreferenciada das áreas sem abastecimento de água, especificando aquelas que serão abastecidas com caminhão-pipa ou equipamentos análogos (como caixas d’ água ou cisternas coletivas); participação de especialistas de universidades e institutos no Gabinete de Crise criado e, para atuarem como observadores, do Ministério Público e Defensoria.
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Além disso, as instituições pediram reforço no monitoramento da qualidade da água distribuída; transparência dos dados resultantes destes suporte; Plano de Comunicação; Integração com as Vigilâncias Sanitárias do Estado e dos Municípios pertinentes; e elaboração e divulgação, o mais breve possível, dos Planos de Contingência e Emergência e Segurança da Água.