
A lista de itens fornecidos pela empresa inclui lençóis, fronhas, camisolas de paciente, cobertores, oleado cirúrgico, traçados de paciente, bem como calças e camisas para médicos e enfermeiros. Até o momento, o serviço já foi interrompido nas Unidades de Pronto Atendimento de Rocha Miranda, Senador Camará, Cidade de Deus,Rocinha, Sepetiba, Madureira, Manguinhos, Complexo do Alemão, Paciência, João XXIII e Costa Barros. Além das unidades CERs, Barra e Leblon. O Hospital Rocha Faria também deve ter o serviço interrompido no sábado.
Relatos compartilhados nas redes sociais mostram pacientes que precisam de atendimento nessas unidades ou que estão internados foram avisados que precisariam pedir para parentes levarem roupas de cama, toalha e demais itens na última quarta-feira. Fotos tiradas por profissionais de saúde mostram pacientes deitados em macas descobertas, apenas com colchões.
Procurada, a Prefeitura do Rio disse através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que a nova gestão encontrou a Rio Saúde sem dinheiro em caixa para cobrir as obrigações financeiras e os custos dos vários contratos com pagamentos atrasados. Disse ainda por meio de nota que tentou negociar novo prazo com a empresa, mas não obteve sucesso. A dívida com a empresa é de R$ 2.494 milhões.
"Diante disso, a RioSaúde está providenciado novos processos de contratação para substituição da empresa, em caráter emergencial, para que não haja interrupção do serviço", conclui a nota.







