Mais de 20 mil unidades de gás foram encontradas em uma lojaDivulgação/PCERJ
A investigação teve início há cerca de um ano, a partir de informações de inteligência e do cruzamento de dados. Na ocasião, as equipes identificaram possíveis vínculos do alvo com atividades relacionadas ao tráfico de drogas. A partir do trabalho investigativo, os policiais descobriram a utilização de empresas aparentemente regulares para viabilizar a obtenção e o escoamento do gás butano em aerossol, que seria utilizado na fabricação do lança-perfume.
Farmácias, uma barbearia e uma loja de produtos domésticos eram utilizadas como fachadas para a aquisição dos materiais, que posteriormente seriam fornecidos a integrantes do CV. Os estabelecimentos estavam registrados em nome de pessoas usadas como “laranjas”, com o objetivo de dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis pelas atividades.
As investigações também apontaram que o fornecedor frequentava a comunidade da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, o que reforça os indícios de seu envolvimento direto com a facção, que seria a destinatária final dos insumos químicos desviados.




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