Não sei mais pra quem pedir ajuda

Nas mãos, a caderneta de vacinação e os pedidos de exames que Lucélia da Silva Dias, de 42 anos, moradora do bairro Coréia, em Mesquita, corre pra cima e para baixo. O que já era de emergência, virou caso de desespero na última semana

Por Isabele Benito

Lucélia da Silva Dias, de 42 anos, moradora do bairro Coréia, em Mesquita
Lucélia da Silva Dias, de 42 anos, moradora do bairro Coréia, em Mesquita -
Rio - Nas mãos, a caderneta de vacinação e os pedidos de exames que Lucélia da Silva Dias, de 42 anos, moradora do bairro Coréia, em Mesquita, corre pra cima e para baixo. O que já era de emergência, virou caso de desespero na última semana.

A neta dela, Lívia Souza Canuto, de apenas um ano, nasceu com Hidronefrose, uma dilatação nos rins, e está com febre há quase oito dias.

“A gente dá a medicação e não passa. Vão esperar minha neta morrer pra fazerem alguma coisa? Nem sei mais pra quem pedir ajuda”, relata a avó da menina.

Segundo ela, a única informação que tem é que na frente da menina, na fila do SISREG, há 375 pessoas. Mas as guias de exames estão em pedido de urgência!

Falando nos pedidos dos exames, eles foram feitos em Janeiro e até agora nenhuma previsão. Além disso, Lívia precisa de um Nefropediatra.

A família, que já gastou tudo com medicamentos, apela, liga e não tem nem como saber se a fila do sistema regulador vai demorar mais ainda.

“Os médicos dizem que só podem dizer exatamente que a crise é por conta da doença com os exames na mão”, se desespera Dona Lucélia.

“Não sabemos mais o que fazer, ela não aguenta mais tomar remédios e não leva uma vida com qualidade que toda criança merece... Nem os dentes dela nascem perfeitos por causa da quantidade absurda de remédios que toma”

Nós procuramos a Secretaria de Saúde de Mesquita, que pediu que a família da bebê procure a sede da Secretaria, na Avenida União 673, bairro Santa Terezinha, com todos os exames já realizados para o diagnóstico da criança. Só com as informações específicas sobre o caso será possível avaliar o que deve ser feito.

3,2,1... É DEDO NA CARA!


PINGO NO I

Já viu algum animal machucado por aí?Quem passa por vias expressas aqui do Rio de Janeiro, com certeza já se assustou com algum deles no acostamento e até no meio da pista.

Mas agora, um projeto de lei, de autoria do Deputado Delegado Carlos Augusto Nogueira (PSD) obrigará as empresas concessionárias de rodovias em atividade no Estado do Rio, a providenciar o resgate, a assistência veterinária de emergência ou a remoção e destinação adequada da carcaça de animais domésticos ou silvestres que sofrerem acidentes nos trechos de estradas e rodovias.

Segundo o Deputado, o projeto viabiliza evitar riscos de acidentes graves para o meio-ambiente e também para os usuários das vias.

Então bora colocar o pingo no i...

Queremos projetos de lei que talvez não ganhem tanta repercussão, mas que ajude na prática a vida do cidadão.

PODERIA ESTAR BONITO...

Ontem foi dia do professor e eu gostaria muito de desejar um parabéns especial para os professores de toda a rede pública não só do Rio de Janeiro, mas de todo o Brasil. De forma alguma eu tô aqui desdenhando dos professores de escolas ou universidades particulares, até porque eles merecem também todos os aplausos pela dedicação dessa profissão tão honrada.

Eu fui aluna de escola pública a minha vida inteira e tenho três irmãs professoras públicas. É isso me dá muito orgulho. Mas também muita tristeza.. Não só pela degradação de salários que, infelizmente, a gente já está cansado de saber... O que me entristece mais que isso é a degradação do respeito para com o professor. Num passado muito recente, o professor era respeitado e isso precisa ser retomado o mais rápido possível. Professor é base de qualquer profissão que existe nesse planeta! Quero muito daqui há uns anos, chegar e ver o professor reconhecido da forma que ele merece.

Por isso, se você me perguntou se tá feio ou tá bonito... Educação é a solução para que qualquer nação dê certo. Onde se tem semente bem plantada, têm frutos, não ervas daninhas. Salve o professor brasileiro!

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