Por O Dia

Apesar de todo esforço de grupos e coletivos para ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade, a demanda por cestas básicas de alimentos e kits de higiene segue crescendo. Em São João de Meriti, município apontado como o mais vulnerável ao coronavírus segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo, não é diferente. Então, as organizações se uniram na tentativa de aumentar as doações nos bairros.

Para surgir essa rede de solidariedade, ONGs como Se Essa Rua Fosse Minha, Há Esperança, Casa Assistencial Francisco de Assis, Pastoral da AIDS e Grupo de Mulheres Yepondá, além das Paróquias Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora da Glória contaram com o mapeamento da situação de bairros e das organizações em São João de Meriti, feito pela Casa Fluminense no início de abril.

"Buscamos contribuir com o mapeamento e articulação de iniciativas locais para que possam atender melhor as famílias assistidas", explica o coordenador de mobilização da Casa Fluminense, Douglas Almeida.

Mesmo com essa união, o trabalho ainda é longo. Segundo Erika Gloria, pedagoga da ONG Se Essa Rua Fosse Minha, há mais de 300 famílias cadastradas apenas no Circo Escola Benjamin Oliveira, projeto social da organização. E a demanda semanal por ajuda é muito maior.

"As doações que recebemos foram importantes para continuarmos o trabalho, mas o número de pessoas nos procurando vem aumentando e sabemos que tem demanda em todos os bairros", disse a pedagoga.

A ONG Se Essa Rua Fosse Minha disponibilizou também uma conta bancária para recebimento de doações em dinheiro - Banco Bradesco - agência 00447 - CC 0000767-6, Centro de Desenvolvimento Criativo Se Essa Rua Fosse Minha - CNPJ 07.212.454/0001-75.

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