Estudante lamenta por não conseguir acessar conteúdo das aulas - Divulgação
Estudante lamenta por não conseguir acessar conteúdo das aulasDivulgação
Por O Dia
Volta Redonda - Depois de um mês sem aulas presenciais, parte dos alunos do Pré Vestibular Cidadão (PVC) do Movimento Ética na Política (MEP) de Volta Redonda tentam acompanhar as aulas através das redes sociais. A iniciativa foi disponibilizada pelos professores, que dentro das possibilidades de cada um, em razão da pandemia, preparam e enviam através das plataformas digitais o material para os estudantes.
O MEP, na linha da oferta livre, entendendo os limites impostos também às diferentes realidades socioemocionais dos alunos vem disponibilizando aulas. O professor Paulo Ricardo, um dos articuladores das aulas não presenciais (EAD) comentou sobre o assunto.

“Acredito que cerca de 40 % dos alunos estejam participando das aulas pelo sistema zoom. O repositório e outras ferramentas de têm ficado à disposição deles, assim que iniciou a quarentena”, afirmou Paulo Ricardo, voluntário na área de matemática e membro da equipe pedagógica.

Brenda Queiroz, aluna do PVC comentou que não consegue acompanhar com frequência as aulas.

“Estamos atordoados, são muitas mensagens que chegam, não conseguimos acompanhar. Fico perdida”, confessou Brenda.

Outras dificuldades também foram apresentadas pelos alunos, como relatou a estudante Victória Oliveira.

“Não tenho internet em casa, aí meu 3G não suporta ver os vídeos que são preparados pelos professores”, revelou Victória Oliveira.

A aluna Camila da Silva Santos demonstrou uma ansiedade por não conseguir ter acesso ao conteúdo.

“Logo este ano que iniciei os estudos veio a pandemia para atrapalhar, ainda por cima meu celular está quebrado. Não vejo a hora de voltar à sala de aula. Estou ansiosa”, declarou esperançosa Camila Santos.
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Já a estudante, Gabriela Duque, afirma que tem acompanhado as aulas, e que são ótimas, porém fez uma alerta.

“ O sistema para mim tem sido eficiente, mas acredito que ainda têm pessoas que não tem como acessar, pois não possuem internet em casa ou equipamentos para assistir as aulas. Acredito quando retornarmos às salas, os professores considerarem indispensável a retomada dos conteúdos para ninguém ficar para traz”, disse Gabriela Duque, estudante no MEP e do IFRJ.