Nesta segunda-feira, dia 04, foi liberado para o trânsito de veículos o acesso à Rua 207 pela lateral do viaduto Álimo Francisco - Felipe Carvalho
Nesta segunda-feira, dia 04, foi liberado para o trânsito de veículos o acesso à Rua 207 pela lateral do viaduto Álimo FranciscoFelipe Carvalho
Por O Dia
Volta Redonda - O trânsito de veículos no acesso à Rua 207 pela lateral do viaduto Álimo Francisco, na Via Sérgio Braga, Volta Redonda foi liberado nesta semana. O local passou por reconstrução do piso, retirando a camada de asfalto e implantado concreto armado, que é cinco vezes mais duradouro, segundo informações da prefeitura.

O trecho, com grande fluxo de veículos pesados, sofria com constante abertura de buracos, o que dificultava a mobilidade urbana e gerava insegurança para os motoristas. De acordo com o prefeito Samuca Silva, a implantação de concreto armado no lugar de asfalto gera economia, demanda menos manutenção e o material possui uma vida útil maior, sendo o mais indicado para centros comerciais.

“Esse era um local crítico, que já não aguentava mais recapeamento asfáltico. Por isso, estamos substituindo por concreto armado, um piso mais resistente. Já fizemos o mesmo em oito pontos de ônibus e é um modelo que tem dado resultado positivo”, disse o prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva.

A troca do pavimento já foi feita em outras oito paradas de ônibus, no Centro, Aterrado e Vila Santa Cecília. São elas o ponto da Light e próximo ao Posto JK, na Amaral Peixoto; avenidas Paulo de Frontin e Lucas Evangelista (ponto da Câmara Municipal); pontos da Rodoviária (Avenida dos Trabalhadores e Nelson Gonçalves); ponto do Colégio Manoel Marinho (parcial); e ponto do Sider Shopping.

Samuca Silva ainda ressaltou que a estrutura do córrego Secades também passa por melhorias, como reforma e reconstrução de guarda-corpos, entre outras.

“Esse é um importante eixo para a cidade. Estamos com a manutenção no córrego Secades e o viaduto Álimo Francisco, e temos a base de concreto nesse trevo. Essa base tem cinco vezes mais durabilidade, uma alternativa que está por toda a cidade. Enquanto a população está se protegendo do coronavírus em casa, Volta Redonda não para”, concluiu Samuca.