Articulação de funcionalismo no Senado contra a reforma tem sido 'em vão'

Categorias reforçam que proposta penaliza os servidores públicos, mas senadores já indicaram que a ideia é aprovar texto como veio da Câmara

Por PALOMA SAVEDRA

Senadora Simone Tebet, presidente da CCJ, se reuniu com categorias na semana passada
Senadora Simone Tebet, presidente da CCJ, se reuniu com categorias na semana passada -
O funcionalismo federal segue articulando no Senado a suavização da Reforma da Previdência, e a retirada do item que prevê a progressividade de alíquota. Mas, até agora, consideram que "foi em vão". Senadores reforçam, a cada dia, que vão aprovar a PEC 6 na forma que veio da Câmara.
E para acelerar a tramitação da proposta na Casa, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça, senadora Simone Tebet (MDB-MS), reafirmou ontem que não deverá haver inclusão de estados e municípios no texto. E defendeu a PEC paralela para garantir a reforma a servidores dos entes.
Para as categorias da União, a proposta "não merece a chancela do Senado". Em nota, o Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado junto com a Frentas (frente reúne magistrados e procuradores) criticaram duramente a PEC 6: "A proposta segue a senda ilícita de punir os servidores e todos que receberem um pouco mais do que o mínimo existencial".

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