Servidores da Educação cobraram o pagamento do 13º em ato em frente à prefeitura no mês passado - Divulgação/Sepe
Servidores da Educação cobraram o pagamento do 13º em ato em frente à prefeitura no mês passadoDivulgação/Sepe
Por PALOMA SAVEDRA
Diante da incerteza sobre o pagamento do 13º salário deste ano, os servidores municipais do Rio de Janeiro enviaram, nesta segunda-feira, nota aos vereadores e ao governo. No texto, criticam a indefinição sobre o depósito da gratificação e também os cortes que tiveram nos últimos anos. E ressaltam ainda que pediram uma reunião com o futuro prefeito, Eduardo Paes (DEM).
No texto, divulgado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais (Mudspm), as categorias citam ainda o último decreto publicado pela atual gestão, que altera o Código de Ética dos vínculos do Poder Executivo.
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"Com decreto da mordaça e sem 13º salário, o governo Crivella chega ao fim da mesma forma que iniciou: atacando direitos historicamente conquistados.
Com a ausência de investimentos em políticas públicas, a população sofre sem acesso à saúde, educação, transporte, saneamento. O funcionalismo teve o calendário de pagamento alterado, salários congelados , benefícios cortados, plano de saúde modificado para coparticipação, taxação de aposentadas e aposentados", diz a nota.
As carreiras frisam que seguem com "uma pauta de reivindicações": "Agora, diante do início do mandato de Eduardo Paes, o funcionalismo segue com uma pauta que precisa ser debatida. Por isso, desde já o Mudspm solicitou uma reunião com o prefeito eleito, ainda em dezembro, durante a transição".
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O movimento unificado ressalta que também está cobrando do atual prefeito "a revogação do Decreto Rio 48254, o pagamento integral do 13º salário e a garantia do pagamento do mês de dezembro em janeiro de 2021". "Quem cuida das pessoas é o servidor público!", finaliza.