Aumento do tempo de serviço de PMs e bombeiros provocou reações

Parlamentares querem impedir essa mudança, apesar de as mesmas regras previstas às Forças Armadas se aplicarem aos militares estaduais

Por PALOMA SAVEDRA

Militares estaduais foram incluídos na reforma previdenciária das Forças armadas
Militares estaduais foram incluídos na reforma previdenciária das Forças armadas -
A inclusão dos bombeiros e PMs na mesma proposta de Reforma da Previdência das Forças Armadas vem causando algumas reações contrárias. O ponto em questão é a exigência de os militares estaduais trabalharem por período maior: o tempo mínimo de serviço para poder ir para a inatividade passará de 30 para 35 anos. O mesmo se aplica ao tempo mínimo de contribuição (previdenciária).
Os deputados federais Paulo Ramos (PDT-RJ) e Sargento Gurgel (PSL-RJ) se posicionaram contra essa mudança e vão articular para barrá-la. 
"Os 35 anos de contribuição são penosos demais devido aos desgastes físico e psicológico diários da profissão. Isso preocupa e vamos trabalhar para que a tropa não seja tão penalizada", disse Gurgel. Ramos, por sua vez, reforçou ser contra o aumento do tempo de serviço das categorias: "Vou lutar para que isso não aconteça".

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