Autor de atentato contra Bolsonaro teria visitado a Câmara dos Deputados em 2013

Foram pedidos ao Departamento de Polícia Legislativa, vídeos e qualquer outro detalhe que esclareça a presença de Adélio Bispo de Oliveira nas dependências da Casa, em 6 de agosto de 2013

Por Agência Brasil

Adelio Bispo de Oliveira esfaqueou Bolsonaro durante uma campanha do presidenciável em Juiz de Fora (MG)
Adelio Bispo de Oliveira esfaqueou Bolsonaro durante uma campanha do presidenciável em Juiz de Fora (MG) -

Brasília - O terceiro-secretário da Mesa da Câmara dos Deputados, o deputado JHC (PSB-AL), protocolou, nesta segunda-feira, um requerimento de informações sobre uma suposta visita do autor do ataque contra o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro. Segundo o parlamentar, Adélio Bispo de Oliveira, preso pelo atentado, teria visitado a Câmara dos Deputados em 6 de agosto de 2013.

No ofício encaminhado ao diretor do Departamento de Polícia Legislativa, Paul Pierre Deeter, o deputado JHC solicita imagens, vídeos e qualquer outro detalhe que esclareça a presença do agressor nas dependências da Casa.

"Em um dos mais graves momentos na história recente do Brasil, rigorosamente nenhuma dúvida deve permanecer. De forma republicana, vamos até o fim na missão que nos foi confiada por Alagoas", afirmou o deputado, por meio de sua conta no Twitter.

Sessão na Câmara

O deputado João Henrique Caldas pede que seja convocada uma sessão extraordinária para debater o caso na Câmara - Marcelo Camargo / Agência Brasil

Em outro documento protocolado por JHC, o parlamentar solicita ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que convoque uma sessão extraordinária para debater o atentado a Jair Bolsonaro. Durante o recesso branco, as atividades parlamentares estão suspensas no Congresso Nacional. A previsão é que os parlamentares retornem apenas após as eleições.

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Adelio Bispo de Oliveira esfaqueou Bolsonaro durante uma campanha do presidenciável em Juiz de Fora (MG) Tomaz Silva / Agência Brasil
O deputado João Henrique Caldas pede que seja convocada uma sessão extraordinária para debater o caso na Câmara Marcelo Camargo / Agência Brasil