Rodrigo Amorim (à esquerda) com o senador Flavio Bolsonaro - Reprodução do Facebook
Rodrigo Amorim (à esquerda) com o senador Flavio BolsonaroReprodução do Facebook
Por O Dia

Rio - Rodrigo Amorim (PSL), candidato a deputado estadual no Rio, foi eleito com 140.666 votos. Ele viralizou nas redes sociais, ao quebrar uma placa de homenagem a Marielle Franco, vereadora do Psol assassinada em 14 de março.

Amorim foi o candidato à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) mais votado no Estado. Daniel Silveira (PSL), que aparece na imagem da placa quebrada ao lado de Rodrigo, foi eleito para deputado federal.

Rodrigo Amorim postou uma foto no Facebook após destruir uma homenagem a Marielle.

O candidato contou na postagem que quebrou ao meio uma placa de nome de rua onde se lia Rua Marielle Franco juntamente com Silveira. 

Aliados da vereadora tinham colocado a inscrição em uma das esquinas da Praça Floriano, na Cinelândia, onde fica a sede da Câmara Municipal.

No texto, Amorim afirmou que, em uma suposta "depredação do patrimônio público, (aliados de Marielle) removeram ilegalmente" a placa com o nome original, "colando uma placa fake (falsa) com os dizeres 'Rua Marielle Franco' em cima da placa original". O candidato continua: "Cumprindo nosso dever cívico, removemos a depredação e restauramos a placa em homenagem ao grande marechal". E conclui: "Preparem-se, esquerdopatas: no que depender de nós, seus dias estão contados".

Na publicação, Amorim defende a punição a quem houver assassinato Marielle, e reclama que a esquerda se calou diante da morte de outras pessoas e da facada desferida contra Bolsonaro.

"É respeitável que o Jair, meu colega na Câmara, não tenha manifestado pesar quando Marielle morreu, como nós prontamente fizemos quando um criminoso o esfaqueou. Cada um reage como é do seu jeito, e não há nenhum problema nisso", afirmou o deputado federal e candidato a senador Chico Alencar (PSOL). "Mas destruir uma homenagem a uma vereadora assassinada e se gabar disso é barbárie, é inacreditável", continuou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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