Por pedro.logato
Rio - O objetivo básico do Campeonato Brasileiro era a unificação nacional e o equilíbrio maior das cinco regiões para que o futebol não se limitasse ao eixo Rio-São Paulo. A parte inicial do projeto foi vitoriosa porque Paraná, Minas e Rio Grande do Sul se fortaleceram. Mas o Centro-Oeste empacou e o Nordeste ficou cada vez mais enfraquecido. Tem times de massa, mas com estrutura ultrapassada e sem qualidade técnica. Para a saúde financeira do futebol brasileiro, seria excelente que Belém, Fortaleza e Salvador estivessem na Série A e que houvesse maior participação de Recife. Mas o próprio desenvolvimento do país é desigual e se reflete no futebol. Por isso, há esse desequilíbrio, com dez clubes do Sudeste e oito do Sul. O problema é que, mesmo aí, a quantidade supera a qualidade.
Bahia não terá representantes na elite em 2015Divulgação

DESMONTE

As notícias de bastidores dão conta de que a Unimed vai progressivamente deixar o Flu e que, a curto prazo, a participação será nula. Só o tempo dirá até que ponto isso acontecerá e qual o impacto sobre o clube. A princípio, seria devastador, mas confirmaria se Peter Siemsen tem razão ao dizer que preparou o Flu para novos tempos. Clima de tensão e apreensão.

A NEGOCIAÇÃO

Parece certo que o excelente volante Lucas Silva vai para o futebol espanhol. Como o Cruzeiro não quer gastar com Marcelo Moreno, poderia usar o dinheiro de Lucas para trazer Fred, em situação incerta nas Laranjeiras. O artilheiro está meio em fim de carreira, mas, em um time de alto nível, poderia continuar fazendo gols por um bom tempo.
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AS MUDANÇAS
Vanderlei continua no Fla, Cristóvão deve ficar no Flu, embora sob fatores condicionais, Botafogo e Vasco deverão contratar novos treinadores. Joel já foi afastado no Vasco, que não chegou a consenso sobre o substituto. E o Botafogo, atônito com o caos financeiro, mantém silêncio, mas não poderá ficar com Vagner Mancini, que afundou também na lamentável queda.
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UM PRÊMIO
Os brasileiros e as águas vivem uma lua de mel. Após décadas de resultados medíocres na natação, surgiram fenômenos como Silvio Fiolo, Rômulo Arantes e Cesar Cielo. Agora, vem importante conquista no Mundial de piscina curta, em Doha, que confirma a nossa evolução. Para completar, Gabriel Medina pode ser campeão mundial de surfe.
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