Entre a pressão e o prazer na busca pelo bi

Jorge Jesus diz que é uma satisfação comandar o Fla e enaltece o Mundial

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Ao lado de Rafinha, Jorge Jesus sorri e demonstra confiança na busca por uma vitória sobre o Al Hilal
Ao lado de Rafinha, Jorge Jesus sorri e demonstra confiança na busca por uma vitória sobre o Al Hilal -

OFlamengo estreia hoje no Mundial de Clubes, contra o Al Hilal, mas não pode entrar em campo pensando em uma hipotética final contra o Liverpool. Esta é a ordem do técnico Jorge Jesus, que exige foco e concentração de seus comandados na semifinal.

"Falam de possível confronto com o Liverpool mas precisamos de concentração para o primeiro jogo. Não me interessa nada além disso", frisou o técnico português, na coletiva de ontem.

Campeão da Libertadores, Jesus acrescentou que as cobranças pelo bi mundial não o assustam. Em vez de pressão, ele prefere valorizar o prazer de estar onde está, dando alegrias à Nação rubro-negra.

"É um ano de pressão, mas muito mais de satisfação. E é isso que vamos tentar passar no nosso jogo, um prazer, uma alegria, um grande espetáculo para tentar ganhar. Essa pressão é sinônimo do sucesso. Quem não quer? Quero viver toda minha vida com essa pressão", acrescentou Jesus, que valorizou a importância de ser campeão mundial.

"Quem tem razão é quem qualifica essa competição como a mais importante para um clube. Como já disse, será cada vez mais difícil. Não na frente da Champions e da Libertadores, mas é uma Copa do Mundo como é de seleções, com um prestígio grande. Cada vez será mais difícil. Antigamente era um jogo, agora não é assim, e em dois anos será com 24 clubes. Será cada vez mais difícil e importante", avaliou o ex-treinador do Al Hilal, que não escondeu a alegria de reencontrar o time árabe.

"É uma mistura de sentimentos. Hoje, sou treinador do Flamengo. Tenho o carinho de todos esses jogadores que ajudaram o clube a ganhar os títulos mais importantes do Brasil. Ajudei o Al Hilal a formar essa equipe, os quatro avançados chegaram na minha entrada. Hoje, não tenho nada a ver com o Al Hilal, a não ser o carinho dos jogadores. Um deles é o Gomis. E como é o destino. Falamos que iríamos nos encontrar no futebol e nos encontramos", frisou. Em campo, hoje, a amizade dará lugar ao respeito e à busca pela vitória.

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