Maracanã tem chance de 'virar' hospital para atender vítimas do novo coronavírus

CEO da empresa criada por Flamengo e Fluminense para administrar o estádio, Severiano Braga já foi contactado e está ciente da possibilidade

Por Venê Casagrande

Estádio do Maracanã
Estádio do Maracanã -
Rio - Depois do Pacaembu receber estruturas de sustentação metálica para a montagem de um hospital de campanha para ajudar no combate ao novo coronavírus em São Paulo, o Maracanã, no Rio de Janeiro, está perto de ser o próximo. Segundo apurou a reportagem, Severiano Braga, CEO da empresa criada entre Flamengo e Fluminense para administrar o estádio, já foi contactado e está ciente da grande possibilidade.

O martelo ainda não foi batido, mas diante da possibilidade, os responsáveis pela montagem da estrutura de sustentação metálica devem fazer uma visita ao Maracanã para saber se o melhor caminho, caso o estádio seja o escolhido, é realizar as montagens no gramado ou usar os camarotes.

No último sábado, o Flamengo, clube responsável pela administração do Maracanã junto com o Fluminense, postou em suas redes sociais que estava à disposição para colaborar em qualquer ação projetada para o complexo Maracanã/Maracanãzinho.

Veja abaixo o comunicado da assessoria:

"O Clube de Regatas do Flamengo informa que colocou à disposição do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura o Ginásio Hélio Maurício (por conta da proximidade ao Hospital Miguel Couto), na Gávea, para o combate ao coronavírus. O Clube também está à disposição para ajudar em qualquer ação projetada para o complexo Maracanã/Maracanãzinho, pertencente ao Estado e hoje administrado por Flamengo e Fluminense."

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