“É insubstituível. Vamos dar um jeito de jogar igual, com a mesma direção, com a posse de bola, trocando passes e chegando ao gol. Penso que é essa a identidade desta seleção, independentemente de quem esteja lá, embora com ele as coisas mudem”, disse, em entrevista coletiva.
O treinador, porém, fez questão de ressaltar que a equipe conseguiu apresentar bom desempenho mesmo sem a presença do astro em campo: “O desafio é continuar jogando dessa forma e fazer com que os jogadores mais jovens entendam que esse é o caminho”.
Lionel Messi terá a oportunidade de se despedir da Argentina no duelo com o Benim, que acontecerá na terça-feira (6), às 20h (de Brasília), no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Os torcedores já esgotaram os ingressos e prometem fazer grande festa nas arquibancadas para homenageá-lo.
Antes, a seleção enfrentará Burkina Faso, sábado (3), às 21h, no mesmo estádio. No entanto, o craque não estará à disposição para a partida.
O astro usará um uniforme especial no jogo de despedida. O modelo conta com elementos diretamente ligados à identidade local. O Sol de Maio, presente na bandeira do país, aparece na faixa central, acompanhado por detalhes dourados e pretos nas mangas e na gola. A peça também tem o logotipo de Lionel Messi no lugar da Adidas e uma logomarca comemorativa no topo das costas.
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