Leven Siano tentar reverter a suspensão da eleição de sábado no STJ para ter vitória validada - Reprodução
Leven Siano tentar reverter a suspensão da eleição de sábado no STJ para ter vitória validadaReprodução
Por O Dia
Rio - O Partido dos Trabalhadores desistiu de apoiar a ação movida pelo Solidariedade para que Leven Siano assumisse a presidência do Vasco. Após fazer uma petição para entrar no processo como parte interessada, o partido desistiu e afirmou que irá focar nos problemas graves do Brasil.
"O PT informa aos associados e torcedores do C. R. Vasco da Gama, bem como a toda comunidade desportiva, que não participará de açoes judiciais referentes às eleições internas do clube. As atenções do partido permanecem voltadas para os graves problemas do Brasil e da população", declarou o partido em seu Twitter.
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Antes da desistência, procurado pelo portal "GE", Wadih Damous, filiado ao PT e advogado de Luiz Roberto Leven Siano, tentou explicar os motivos que levaram o partido a tentar ingressar no processo.
"O advogado do Solidariedade está procurando outros partidos e incentivando que entrem com Amicus Curiae. Não tem iniciativa do PT, do Leven ou minha. Todo mundo sabe que sou vascaíno e do PT, todo mundo me ligou pedindo detalhes. Mas não tenho nada a ver. Na verdade, é um debate constitucional. O entendimento do partido e o meu é que a Lei Pelé acaba interferindo indevidamente na autonomia dos entes desportivos. É a defesa do Constituição. Não se trata de tomar partido. Embora eu esteja advogando para a chapa do Leven, o PT não tem chapa nessa eleição. O PT aderiu à tese da autonomia dos entes desportivos. Ou seja, entre o estatuto e a Lei Pelé deve prevalecer o estatuto. Assim reza a Constituição, então é isso que o PT está defendendo", afirmou Wadih.
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No entanto, Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, disse que a participação do partido seria atendendo a um pedido de Wadih Damous.