Bate-bola: Ideia é tirar máscaras

A medida visa reduzir os casos de violência registrados por brigas entre eles, algumas delas resultando em morte

Por thiago.antunes

Rio - O deputado estadual Dionísio Lins (PP) apresentou projeto de lei para proibir o uso de máscaras por bate-bolas e criar um cadastro de todos os participantes de grupos de Clóvis. A medida visa reduzir os casos de violência registrados por brigas entre eles, algumas delas resultando em morte, como a de Marlon Augusto Fernando Luciano, de 19 anos, filho do percussionista e vocalista do Pique Novo Edson Cigano.

O jovem morreu com um tiro no abdômen quando integrava um grupo de bate-bolas em Nilópolis neste Carnaval. “Nossa finalidade não é a de inibir nenhuma manifestação cultural, mas sim a de colaborar com as autoridades no que diz respeito à segurança. Muitos marginais se escondem atrás dessas máscaras para cometerem delitos e até homicídios. Esses grupos marcam encontros inclusive pela internet para participar de brigas em determinados locais, levando pânico aos foliões”, explicou o parlamentar.

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