Militares da Marinha treinam ações para a Copa do Mundo

Durante o mundial, Rio contará com 23 embarcações e 2 mil militares garantindo a segurança da região

Por paloma.savedra

Rio - Visando à Copa do Mundo, militares da Marinha do Brasil fizeram um treinamento, na manhã desta sexta-feira, com embarcações que serão usadas na segurança do mar territorial brasileiro, em ações de acompanhamento do tráfego marítimo, patrulha naval, inspeção naval nas áreas marítimas e portuárias de interesse do mundial.

O treinamento foi feito com o Navio-Patrulha Oceânico Amazonas (P120), Navio-Patrulha Macaé (P70), uma embarcação do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal e uma embarcação civil para apoio. De acordo com a Marinha, mais três embarcações foram compradas: novos navios-patrulha oceânico do Reino Unido em 2012; dois deles ficam no Rio e um em Natal, no Rio Grande do Norte. Cada um custou R$ 120 milhões.

>>> GALERIA: Confira mais fotos do treinamento

Militares da Marinha realizam treinamento visando à Copa do Mundo na orla da Zona SulFoto%3A Alessandro Costa / Agência O Dia

Durante o treinamento, os militares realizaram abordagens e inspeções a embarcações que navegam na orla das cidades. Os trabalhos seguiram o modelo das ações realizadas durante a Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude e Operação Amazônia Azul.

No Rio, a Força Naval Componente empregará aproximadamente 23 embarcações e 2000 militares, que vão trabalhar de forma integrada ao Centro de Coordenação de Defesa de Área / Rio de Janeiro (CCDA/RJ). As embarcações irregulares abordadas pelos Grupos de Visita e Inspeção (GVI) poderão ser escoltadas até a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro ou Capitania dos Portos do Espírito Santo, para uma possível autuação.

Parte dos treinamentos foi realizada com apoio da comunidade marítima, além de outros órgãos e setores civis, e em conjunto com o Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, órgão que objetiva combater atos ilícitos na costa brasileira, como tráfico de drogas, tráfico de pessoas e contrabando, dentre outros.

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