Por daniela.lima

Rio - Sabe aquelas cidades cheias de belas igrejonas e igrejinhas? A pequena Carmo, ao norte da Região Serrana, quase Minas, é uma delas. Pelo menos cinco merecem ser fotografadas, mas a mais espetacular é a matriz em homenagem à Nossa Senhora que batiza a cidade. Junto a uma enorme praça — a Getúlio Vargas, no formato da Bandeira Nacional —, o templo foi tombado em 1964 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), mas domina o cenário desde 1863, quando começou a ser erguida em um clarão da Mata Atlântica. Foi inaugurada em 1877, 12 anos antes da emancipação.

A Praça Getúlio Vargas e a igrejaAziz Filho / Agência O Dia


A igreja é um luxo, com fachada em cantaria, telhas de louça azul, muito granito, piso de mármore xadrez, teto de madeira e belos lustres. A imagem centenária da santa em altar barroco também impressiona, entre São Sebastião e São Benedito.

Fora do circuito religioso, um bibelô histórico faz companhia ao belo prédio da Prefeitura: o que restou de uma locomotiva da época em que a estrada de ferro parava por ali, no caminho entre Rio e Minas. Adultos admiram e crianças adoram.

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