Petrópolis volta a receber competições de voo livre em fevereiro

Projeto de lei permitiu o retorno das competições. Eventos serão realizados em umas das principais rampas do esporte e cartão postal do município, o Parque São Vicente

Por O Dia

A rampa é reconhecida entre os pilotos como uma das melhores do país
A rampa é reconhecida entre os pilotos como uma das melhores do país -
Petrópolis - Considerada pelos praticantes do voo livre como a melhor rota do Estado do Rio de Janeiro, Petrópolis vai sediar a Copa Rio e o Serra Open nos dias 8 e 9 de fevereiro. Os eventos serão realizados em umas das principais rampas do esporte e cartão postal do município, o Parque São Vicente. A montagem dos equipamentos começa às 10h e as decolagens dos atletas acontece entre 12h e 13h30. São, ao todo, 40 competidores já inscritos, entre eles, o piloto equatoriano Raul Guerra e o campeão brasileiro Carlos Niemeyer.
No ano passado, um projeto de lei sancionado pela prefeitura, denominou área pública a pista do Parque São Vicente, permitindo que as competições retornem para o município. A administração do local será entre o Petrópolis Voo Clube (PVC) e a Associação de Parapente de Petrópolis (APP), com a participação da Associação de Moradores do bairro. O objetivo é estimular o esporte, além de conservar o patrimônio histórico, cultural, esportivo e artístico do local.
Estão confirmados praticantes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e outros estados. O evento conta também com uma programação variada, com um espaço gourmet e atividades para as crianças, com o apoio do Sesc. "A cidade tem as melhores condições de decolagem e de voo do Estado. Decolamos em Petrópolis e pousamos na entrada da Serra, ali na Baixada Fluminense, onde temos ótimas pistas de pouso. Os atletas adoram esse percurso, já que podem aproveitar as belezas da nossa região, admiradas por todos”, explica Geraldo Magela, um dos organizadores da competição.
As distâncias das provas são determinadas pela condição meteorológica do dia, e vão de 50 a 100 km. O desafio dos pilotos é criar uma rota para as coordenadas determinadas por uma comissão definida pelos participantes. O atleta que completar a prova em menos tempo é o vencedor. O município conta com três rampas localizadas no Parque São Vicente, Morin e Siméria. Todas dão possibilidade de decolagem para todos os quadrantes de ventos. Segundo os organizadores do evento, acontecem cerca de mil decolagens nos meses quando as condições climáticas são mais favoráveis, entre setembro e fevereiro.
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