Secretário de Educação, Wagner Victer diz que vai usar a experiência

'O gerenciamento de crise demanda resistência, que demanda persistência', afirmou durante palestra na Cidade Nova

Por gabriela.mattos

Rio - “Não há mágica para resolver a crise na Educação, há trabalho”, a avaliação foi feita ontem, pelo novo secretário de Estado de Educação, Wagner Victer, durante a palestra ‘Em Cenários de Crise, Qual o Papel e o Perfil do Gestor Público’, que ocorreu durante o Congresso da Associação Brasileira de Recursos Humanos, realizada no Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova.

Secretário de Educação, Wagner Victer diz que vai usar a experiênciaCarlo Wrede / Agência O Dia

Victer reconheceu que sua experiência em gestão de crises foi fundamental para assumir a pasta. “O gerenciamento de crise demanda resistência, que demanda persistência”, afirma o administrador público, que já trabalhou na Petrobras, Cedae e por último, na Faetec, de onde sai para assumir o cargo deixado pelo ex-secretário Antonio Neto. Engenheiro por formação, Victer pretende usar a experiência acumulada em setores públicos na Seeduc. “Os problemas não se resolvem quando você passa a outro, mas vou utilizar os pontos positivos que meu antecessor aplicou”, garante.

Victer não adiantou de que maneira atuará a partir de agora, no entanto disse que é preciso ouvir todos os lados. “Tem que saber escutar. Me sinto orgulhoso de receber essa função”, disse Victer, que ressaltou em diversos momentos que estudou em escolas públicas. “Estudei a vida inteira na rede pública, meu filho também”, contou o secretário. “O desejo de ter aula é uma vontade válida. Há uma série de pontos negociados que serão implementados”, prometeu.

Nesta terça-feira, em assembleia, o Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe/RJ), decidiu manter a greve da categoria na rede estadual que já dura 79 dias.

No primeiro dia de Victer à frente da Secretaria Estadual de Educação repercutiu nas redes sociais o erro de português cometido por ele, ao vivo durante entrevista no RJTV, da TV Globo. Ao ser questionado pela apresentadora se estava ouvindo a pergunta, ele respondeu: “ouvo sim”. Ele tentou consertar o erro. Levou na brincadeira, lembrando que tem ‘Granja’ no sobrenome.

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