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Corregedoria da Guarda apura assalto a caixas eletrônicos na Prefeitura

Secretário de Ordem Pública disse que plano de segurança da sede do governo municipal será refeito. 'Circulação aumentou muito', disse

Por thiago.antunes

Rio - A Corregedoria da Guarda Municipal instaurou sindicância, nesta segunda-feira, para apurar as circunstâncias envolvendo o assalto aos três caixas eletrônicos do Santander no térreo do Centro Administrativo São Sebastião (CASS), na sede da Prefeitura, na tarde deste domingo. Como O DIA informou nesta segunda, as câmeras de seguança do banco não filmaram o assalto. 

O secretário municipal de Ordem Pública, Paulo Amendola, defendeu a medida em reunião com com representantes do banco, da Administração da sede da Prefeitura e da 10ª Inspetoria da Guarda, que faz a segurança física das instalações de prédios municipais. A inspetoria informou que o plano de segurança do prédio será refeito.

Caixas eletrônicos foram arrombados no prédio da Prefeitura do Rio na Cidade NovaWhatsApp O DIA (98762-8248)

Até dez mil pessoas transitam por dia no local, entrando pelos mais diversos acessos, como roletas, estacionamentos e subsolos. "O plano precisa ser readequado, pois o movimento no CASS cresceu muito nos últimos anos. Vamos definir uma estratégia para impedir que fatos como esse venham a acontecer", explicou Amendola.

Efetivo

Segundo a Guarda Municipal, o efetivo que atua na sede da Prefeitura conta de segunda à sexta-feira com 55 guardas (35 deles administrativos). Nos feriados e fins de semana - quando trabalham equipes de manutenção de redes elétrica, telefonia, tecnologia e elevadores - esse número é de cerca de 20 GMs, além dos brigadistas, que neste domingo eram 17.

Na reunião, ficou acertado que a Seop vai colaborar com a investigação a cargo da 6ª DP (Cidade Nova). Já na tarde desta segunda-feira, a secretaria encaminhou à Polícia Civil imagens de câmeras da região registradas pelo Centro de Operações do Rio (COR). Dados dão conta de que o alarme foi acionado e que policiais teriam passado pelo CASS, mas seguiram sem parar por não terem visto nada de anormal.

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