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Rei do Bacalhau: filho adotivo condenado a 21 anos por morte do fundador

Comparsa no assassinato cumprirá pena de 18 anos

Por gabriela.mattos

Rio - Uma dupla foi condenada, na noite desta quinta-feira, pela morte de Plácido da Silva Nunes. O fundador do restaurante Rei do Bacalhau foi encontrado morto no dia 10 de setembro de 2007, em seu apartamento na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Um dos envolvidos era filho adotivo da vítima. Segundo a polícia, Antonio Fernando da Silva teria interesse em herdar a residência e receber o seguro de vida do empresário.

Antonio foi condenado a 21 anos, nove meses e dez dias de reclusão. O outro envolvido é Jackson Almeida Galo, que teria conduzido o executor ao local do crime, terá que cumprir uma pena de 18 anos e oito meses. O julgamento do Conselho de Sentença do 1º Tribunal do Júri da Capital começou na quarta-feira e terminou na noite desta quinta.

Entre as testemunhas ouvidas estavam a ex-companheira e o pai de Carlos Eduardo Torres Galvão, que na ocasião trabalhava como segurança do restaurante e, segundo a denúncia do Ministério Público, foi contratado por Antonio Fernando para matar o empresário.

A denúncia mostrou ainda que depois de cometer o crime, Carlos Eduardo começou a extorquir Antonio Fernando, o que o levou a contratar outro matador para assassinar Carlos Eduardo. Uma sequência de assassinatos teria ocorrido depois, sempre a mando de Antonio Fernando, para encobrir o primeiro crime.

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