Desabamento de parte da recém-inaugurada ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em abril de 2016. - Agência Brasil
Desabamento de parte da recém-inaugurada ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em abril de 2016.Agência Brasil
Por GUSTAVO RIBEIRO

RIO - O prejuízo da Prefeitura do Rio com o furto de guarda-corpo de alumínio da Ciclovia Tim Maia, que liga o Leblon até a Barra da Tijuca pela orla, já é estimado em R$ 1,2 milhão. De acordo com a Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), cerca de 1,2 quilômetro do material foi subtraído desde outubro do ano passado. As ocorrências foram registradas em delegacia para investigação policial.

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Para evitar os furtos por conta do alto valor do alumínio no mercado, a pasta decidiu recompor a proteção com guarda-corpo feito de resina. Segundo a Seconserma, o material está passando por testes de carga e segurança. O órgão também está fazendo o levantamento orçamentário para reinstalar o aparato em toda a extensão da ciclovia.

Em 16 de abril de 2016, três meses após ser inaugurada, uma ressaca levou ao desabamento de parte da pista da ciclovia, provocando a morte do gari Ronaldo Severino da Silva, de 60 anos, e do engenheiro Eduardo Marinho Albuquerque, 54. Sem condições de segurança, o trecho Leblon-São Conrado foi interditado pela Justiça e está embargado até hoje. O trecho São Conrado-Barra está fechado desde 15 de fevereiro deste ano, quando parte da pista cedeu em um temporal. A obra custou R$ 44,7 milhões. O segundo trecho passa por reparos na galeria pela Rio-Águas, com previsão de finalização para fim de outubro, informou a Secretaria.

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