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Temer admite suspender intervenção para votar Reforma da Previdência

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Forças Armadas atuam na Segurança do Rio
Forças Armadas atuam na Segurança do Rio -

O presidente Michel Temer admitiu suspender, provisoriamente ou definitivamente, a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro para votar a Reforma da Previdência ainda em 2018. A informação foi dada em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Conforme a lei, a intervenção impede a votação de emendas constitucionais, como é o caso da tramitação da PEC 287/2016, que altera as regras de aposentadoria e pensão.

"Como depende de votação em 1º e 2º turnos, de repente pode suspender a intervenção", disse o presidente. Ele assinalou que "o combate ao crime (no Rio) deu resultado" e admitiu até o fim da intervenção no estado.

"Vamos dizer que (caso) se encerre a intervenção, é preciso manter a estrutura que lá foi montada", afirmou. A intervenção está prevista para terminar em 31 de dezembro de 2018. De acordo com Temer, a decisão vai depender de conversações entre o 1º e 2º turnos das eleições (7 e 28 de outubro) e também da vontade de seu sucessor.

Além de discursar nas Nações Unidas ontem, Michel Temer se reuniu na segunda em Nova York com cerca de 100 empresários norte-americanos, e disse que "a mensagem que passou ao mercado" é a de que haverá reforma da Previdência Social, independentemente do novo presidente da República.

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