Porto de Açu registra recorde de movimentação em 2019

Com contrato com todas as petroleiras que atuam no Brasil, terminal já movimentou mais de 53 milhões de barris neste ano

Por O Dia

Porto de Açu já movimentou 53 milhões de barris de petróleo neste ano
Porto de Açu já movimentou 53 milhões de barris de petróleo neste ano -
A Açu Petróleo, parceria do Grupo Prumo com a alemã Oiltanking, registrou neste ano um recorde de movimentação no terminal Porto do Açu, em São João da Barra-RJ. Desde o início do ano, já foram movimentados mais de 53 milhões de barris, ultrapassando o total registrado em 2018, que foi de 40 milhões de barris.

“Temos um terminal eficiente e moderno, que possibilita uma operação segura, rápida e com menor custo global para os nossos clientes. E, cada vez mais, percebemos que estes diferenciais são essenciais na tomada de decisão das petroleiras”, disse Victor Snabaitis Bomfim, CEO da Açu Petróleo.

A empresa prevê encerrar 2019 com cerca de 65 milhões de barris de petróleo movimentados, já que possui contratos com todas as petroleiras que realizam operações de exportação no Brasil. 

Próximo às bacias de Campos e Santos, o Terminal da Açu Petróleo realiza operações de transbordo em área abrigada por quebra-mar, com os navios cercados por barreiras de contenção e ao lado de uma base de resposta a emergência, possibilitando uma operação confiável e segura, com menor risco de impacto ao meio ambiente.

Com capacidade licenciada para movimentar até 1,2 milhão de barris de petróleo/dia, o Terminal da Açu Petróleo é o único privado do país com capacidade para receber navios da classe VLCC (Very Large Crude Carrier), considerados os maiores do mundo. 

“O Brasil tem um grande desafio para os próximos 10 anos, que é investir em infraestrutura para suportar o crescimento nas exportações de petróleo, que pode chegar a quase 3 milhões de barris por dia. Neste contexto, a Açu Petróleo está desenvolvendo um projeto que contempla parque de tancagem e oleodutos que conectarão o Açu aos campos produtores da Bacia de Campos e também às refinarias instaladas no Sudeste do país”, concluiu Bomfim.
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