
Ainda segundo a unidade, após o roubo, os criminosos que acompanhavam as vítimas compareciam à delegacia e denunciavam o assalto para despistar o rastro dos autores. Os investigadores deram início a uma apuração mais rigorosa ao notarem que todas as vítimas usavam Iphones de alto valor e relatavam nos depoimentos que os criminosos as ameaçavam com arma de fogo até que desativassem o iCloud do aparelho, possibilitando a revenda do telefone.
A identificação dos autores foi realizada a partir de investigação daqueles que compravam os aparelhos roubados. Foi verificado que os responsáveis pela venda dos celulares eram os dois integrantes da quadrilha que se faziam de vítimas.
Com base em ações de inteligência, a unidade constatou que os celulares roubados eram vendidos pela internet, sendo anunciados por rede social, em que um dos autores se dizia estagiário do Tribunal de Justiça, para dar credibilidade à origem do produto. Os celulares eram vendidos por R$ 3 mil reais cada, bem abaixo do preço de mercado, em que eles custam R$ 7 mil.




