Prefeitura do Rio abriu um novo centro de testagem na Faculdade Cenetista Capitão Lemos Cunha, na Ilha do GovernadorMARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA

Rio - Um decreto publicado nesta quarta-feira (12) pela Prefeitura do Rio autoriza o pagamento de uma gratificação de R$ 100 por dia para agentes públicos interessados em trabalhar nos polos de testagem indicados pela Secretaria Municipal de Saúde.
O estímulo deve-se à necessidade de reforçar a capacidade de atendimento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na testagem da população e vale para o período entre os dias 11 de janeiro de 2022 e 31 de janeiro de 2022. Podem participar, os agentes públicos da Administração Direta,
Autárquica e Fundacional do município do Rio de Janeiro.
"A gente está ampliando a capacidade da rede ao máximo. Já aumentamos em 1,6 mil profissionais neste janeiro. Mas, infelizmente, a gente tem muitos funcionários também ficando doente e isso dificulta muito a nossa operação. Funcionários de outras secretarias ou funcionários da Saúde fora de seu horário de trabalho poderão ajudar nos polos de testagem, de atendimento e de vacinação. Novamente a gente vai precisar de outras pessoas nas nossas unidade", afirmou o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, em entrevista ao Bom Dia Rio, da 'TV Globo'.
Os agentes públicos poderão colaborar com as seguintes atividades:
I- organização dos acessos aos polos de testagem e postos de vacinação; e
II - registro de informações nos canais oficiais da Secretaria Municipal de Saúde - SMS e do Ministério da Saúde

Os interessados que optarem por atuar em dias úteis deverão solicitar à sua chefia imediata, que avaliará a solicitação e, desde que não prejudique a execução de serviços essenciais, poderá autorizar sua ausência do local de trabalho, exclusivamente para comparecimento ao polo de testagem, definido pela SMS, em que realizará as atividades, diz trecho do decreto. 
Os servidores podem ser de outras secretarias, ou profissionais de saúde fora do horário de expediente. A nova onda de contágio pela variante ômicron tem afastado profissionais de saúde do trabalho prejudicando a operação do sistema.