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Defensoria pública vai defender família de vítima em operação no Alemão

Letícia Marinho Sales estava na comunidade para ajudar na organização de uma festa da igreja

Os três filhos e o sobrinho da vítima passaram por uma equipe de psicólogos da DP-RJ nesta terçaReprodução

Rio - A Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DP-RJ) vai representar, na Justiça e nas esferas extrajudiciais, a família de Letícia Marinho Sales, de 50 anos, morta durante operação no Complexo do Alemão, na semana passada. Nesta terça-feira (26), foi realizada, na sede da DP-RJ, o primeiro atendimento a família da vítima, que foram atendidas por Guilherme Pimentel e André Castro, ouvidor e defensor público do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh).

Os três filhos e o sobrinho da vítima também passaram por uma equipe de psicólogos da instituição. O trabalho contou com o acompanhamento de Mariana Rodrigues e Leonardo Guedes, procuradores da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ), que atua em parceria com a Defensoria no caso.

O filho de Letícia, ao se manifestar em nome da família, destacou a importância de haver justiça no caso, "Quero agradecer a ajuda e o apoio. Minha mãe era uma mulher incrível, que ajudou muitas pessoas. Minha mãe era inocente e uma grande mulher de Deus", disse Marcos Sales.

O ouvidor, Guilherme Pimentel, destacou que a instituição está à disposição de toda a comunidade prejudicada com a operação no Complexo do Alemão. De acordo com Guilherme, a Defensoria Pública esteve atuando com as comissões de direitos humanos da Alerj e OAB-RJ no dia da operação.
"Fomos ao território acompanhado dos coletivos locais e, com a sociedade civil, temos cobrado controle efetivo das forças policiais, para que episódios como esses não se repitam", afirmou o ouvidor.

Segundo a filha de Letícia, Jennifer Sales, a mãe teria ido para o Complexo, onde as filhas viviam, para ajudar a organizar uma festa na igreja em que frequentavam. "O sentimento neste momento para mim, é só de dor, revolta e injustiça. Pelo que fizeram com a minha mãe. Uma mulher de 50 anos ser covardemente alvejada, sem representar nenhum perigo para ninguém. Ela não fez nada. Estava na porta de casa", comentou.
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Letícia Marinho Sales estava na comunidade para ajudar na organização de uma festa da igreja

Os três filhos e o sobrinho da vítima passaram por uma equipe de psicólogos da DP-RJ nesta terçaReprodução

Rio - A Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DP-RJ) vai representar, na Justiça e nas esferas extrajudiciais, a família de Letícia Marinho Sales, de 50 anos, morta durante operação no Complexo do Alemão, na semana passada. Nesta terça-feira (26), foi realizada, na sede da DP-RJ, o primeiro atendimento a família da vítima, que foram atendidas por Guilherme Pimentel e André Castro, ouvidor e defensor público do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh).

Os três filhos e o sobrinho da vítima também passaram por uma equipe de psicólogos da instituição. O trabalho contou com o acompanhamento de Mariana Rodrigues e Leonardo Guedes, procuradores da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ), que atua em parceria com a Defensoria no caso.

O filho de Letícia, ao se manifestar em nome da família, destacou a importância de haver justiça no caso, "Quero agradecer a ajuda e o apoio. Minha mãe era uma mulher incrível, que ajudou muitas pessoas. Minha mãe era inocente e uma grande mulher de Deus", disse Marcos Sales.

O ouvidor, Guilherme Pimentel, destacou que a instituição está à disposição de toda a comunidade prejudicada com a operação no Complexo do Alemão. De acordo com Guilherme, a Defensoria Pública esteve atuando com as comissões de direitos humanos da Alerj e OAB-RJ no dia da operação.
"Fomos ao território acompanhado dos coletivos locais e, com a sociedade civil, temos cobrado controle efetivo das forças policiais, para que episódios como esses não se repitam", afirmou o ouvidor.

Segundo a filha de Letícia, Jennifer Sales, a mãe teria ido para o Complexo, onde as filhas viviam, para ajudar a organizar uma festa na igreja em que frequentavam. "O sentimento neste momento para mim, é só de dor, revolta e injustiça. Pelo que fizeram com a minha mãe. Uma mulher de 50 anos ser covardemente alvejada, sem representar nenhum perigo para ninguém. Ela não fez nada. Estava na porta de casa", comentou.
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