O grupo atuava em sala emprestada, mas com a sede própria e obras de ampliação o projeto poderá incluir mais atividades - Divulgação
O grupo atuava em sala emprestada, mas com a sede própria e obras de ampliação o projeto poderá incluir mais atividadesDivulgação
Por Irma Lasmar
SÃO GONÇALO - Os integrantes do Coletivo Ponte Cultural iniciaram uma campanha virtual para arrecadação de materiais de construção e recursos financeiros para reforma e adaptação de sua nova sede. Desde 2017, o projeto social ocupa duas salas cedidas pelo Centro Empresarial, onde oferece atividades culturais e educacionais a crianças e adolescentes da comunidade do Apolo II, bairro periférico entre Itaboraí e São Gonçalo.
O grupo surgiu em 2016 com o objetivo de promover a inclusão social através da democratização do acesso à cultura e à educação. Com o passar do tempo, o projeto cresceu e o espaço ficou pequeno para a quantidade de atividades realizadas. Hoje o coletivo é composto por 33 voluntários profissionais de cultura e de educação que oferecem gratuitamente cursos de Teatro, Cinema e TV, Desenho Realista, Danças Urbanas, Teclado, Violão, Piano e o Pré-vestibular Comunitário, que juntos somam mais de 200 alunos, além de dispor de Biblioteca Comunitária e promover saraus e cineclubes. Desde sua fundação, o Ponte Cultural já beneficiou mais de 6.500 pessoas.
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Em junho deste ano, durante a pandemia de Covid-19, o irmão do fundador do movimento social faleceu e a casa da família - agora com um único herdeiro - foi doada para sediar o Coletivo Ponte Cultural e em breve também o Centro Cultural. Porém o grupo precisa realizar reformas e adaptações no espaço, onde terão a possibilidade de ampliar as ações já realizadas. O projeto não recebe incentivo financeiro do poder público.
Segundo o diretor Marcos Moura, o grupo é grato ao responsáveis do Centro Empresarial onde o projeto funcionava, mas com uma sede própria o horário poderá ser mais amplo e incluir mais atividades. "É muito simbólico para mim destinar a casa onde cresci para realizar tantas atividades educacionais e culturais. Existem grandes potências entre as crianças e adolescentes na periferia e o que elas precisam é de oportunidades. Agradecemos por todo o apoio e carinho dos responsáveis pelo prédio, mas temos a oportunidade de caminhar com nossas próprias 'pernas' agora", explicou.
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De acordo com a pedagoga Andreia Costa, mãe de quatro alunos do projeto, se não fosse o Coletivo Ponte Cultural e seu alto comprometimento com os jovens, seus filhos talvez não cursassem as aulas de artes, pois ela não teria renda para custear os cursos. "Eu e meus filhos entramos no coletivo em 2018. Eu me inscrevi e também os meus filhos assim que soube do projeto. Eu tenho uma filha muito talentosa mas também muito introvertida, que com o curso de teatro no Coletivo se desenvolveu muito na escola e em outras áreas. Sou muito grata ao Ponte Cultural", exclamou.

Do que o grupo precisa
Dois vasos sanitários com caixa acoplada, dois lavatórios, uma porta de madeira (1,20m com barra antipânico), pedras (nº 2), areia lavada, areola, tijolos, cimento, argamassa, lata de tinta de parede, massa corrida, três portas de madeira (0,80cm)


Como doar

Vakinha: https://www.catarse.me/TijoloporTijolo?ref=project_link


Mais informações

E-mail: [email protected]

Site: http://coletivopontecultural.com.br/projetos/


Telefones para contato

21 99266-0026 = Marcos Moura

21 98570-8402 = Roseane Nobre

21 99148-3180 = Brenda Ticiane

21 98824-7362 = Alberto Sena