Número de coordenadores pedagógicos salta de 35 para 283 no governo Witzel

Foco do secretário estadual de Educação, Pedro Fernandes, é a área pedagógica; comparação de nomeados é em relação ao mesmo período de 2018

Por PALOMA SAVEDRA

Secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes
Secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes -

O secretariado do governador Wilson Witzel vem fechando o balanço dos 100 dias de administração do Estado do Rio. Depois de a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos anunciar a exoneração de 44 funcionários fantasmas - como a Coluna informou em 3 de abril -, a pasta da Educação avalia avanços em medidas com o "foco pedagógico".

Só nos três primeiros meses de gestão deste ano, foram designados 283 novos coordenadores pedagógicos e 130 orientadores educacionais, enquanto no mesmo período de 2018 foram nomeados apenas 35 e 23 profissionais para cada área, respectivamente. Essa é uma das análises feitas pelo secretário de Educação, Pedro Fernandes (foto), que havia prometido dar ênfase nesse tema, que é pauta da categoria.

Seleção

Coordenadores e orientadores são escolhidos por processo seletivo, no qual o diretor da unidade escolar apresenta o servidor apto a ocupar a função. Um dos requisitos para a escolha é a formação. Amanhã, os secretários vão detalhar mais ações tomadas nesses 100 dias, inclusive as iniciativas para redução de 30% de gastos.

Requisitos

Para o cargo de coordenador é preciso ser professor da rede estadual, com curso Superior em qualquer área. E para a função de orientador, tem que ser professor da rede com curso superior em pedagogia com especialização em orientação educacional. Mas além da temática pedagógica, a Educação aponta a criação de 1.157 turmas novas na capital, com isso, atendendo a mais 40 mil alunos.

 

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