Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em Caxias
Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em CaxiasDivulgação
Por O Dia
Duque de Caxias - No momento em que o país atingiu o número de 14 milhões de pessoas desempregadas e que fechou mais de 600 mil pequenas empresas, segundo dados do IBGE e do Sebrae, começar um novo empreendimento no meio da pandemia, para muitos, poderia ser inviável. Mas, em agosto de 2020, nasceu a RJ5 Embalagens, em Duque de Caxias.
Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em Caxias - Divulgação
Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em CaxiasDivulgação
Publicidade
"Um amigo de infância, Marcelo, que é meu sócio hoje, veio até mim com essa ideia do plástico filme stretch. E vimos que esse plástico é o futuro porque não agride o meio ambiente, conserva os alimentos e os caminhões de transporte precisam desse plástico para embalar os pallets, por exemplo”, explica o empreendedor José Ricardo da Silva.
Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em Caxias - Divulgação
Amigos unem forças para montar empresa de plástico filme stretch em CaxiasDivulgação
Publicidade
No ramo dos plásticos desde 2006, Marcelo Costa acredita que a empresa está no caminho certo.
“Esse plástico foi bastante utilizado na pandemia, temos clientes de bom potencial e também estamos mais experientes. Nosso diferencial está na qualidade do material, no preço negociável e, principalmente, na entrega imediata”.
Publicidade
Inspiração familiar para empreender
Além do objetivo em comum de crescer com o próprio empreendimento, outro fator determinante uniu Ricardo e Marcelo: a família. Ambos levam na trajetória profissional memórias afetivas da infância e valores que aprenderam com seus pais. Pernambucano e semianalfabeto, Seu Heleno, pai de Ricardo, veio para o Rio de Janeiro na carroceria de um caminhão e trouxe na bagagem a força de vontade e a esperança de encontrar melhores condições de emprego.
Publicidade
Aos dez anos de idade, Ricardo conta que já trabalhava com o pai, e com os seis irmãos, em uma peixaria.
“Era tudo muito difícil, família pobre, e eu como irmão caçula já tinha que contribuir em casa. Com 15 anos já dirigia o caminhão do meu pai, pegava peso… Se eu sou o homem que sou hoje é porque aprendi com meu pai o gosto de trabalhar”, relata Ricardo, emocionado.
Publicidade
Tanto para Ricardo quanto para Marcelo, a família é o combustível para o crescimento profissional deles.
"Pode perguntar a qualquer empresário se quando ele começou não tinha uma família por trás. Afinal, o objetivo de conquistar as coisas é em prol da família, de poder dar um bem-estar e educação para os filhos”, afirma Ricardo.