Rio - Na corda bamba do UFC, Hernani Perpétuo vê a linha de corte afiada da organização — costumeiramente sem dó. Mas a responsabilidade de se recuperar do revés para Jordan Mein, em abril, só o enche de coragem. O lutador da Nova União é um dos cinco brasileiros em ação no UFC Fight Night, em San José (EUA), e precisa de um triunfo sobre o americano Tim Means para seguir confortavelmente entre os meio-médios do evento.
A coluna volta após a Copa do Mundo com a história desse carioca que tem o duelo como se fora um Mundial. A preparação dele foi dura para não deixar dúvida de seu potencial. “O diferencial foi a presença de Pedro Rizzo no meu treinamento. É um dos melhores do mundo e fortaleceu minha parte em pé. Sei que posso sair com a vitória e seguir subindo no ranking do UFC. Penso em alçar voos grandes e essa luta é um passo essencial”, frisa Hernani Perpétuo, de 29 anos e com muitos sonhos a realizar. Sua caminhada, no entanto, depende de seus punhos.
UMA VOLTA AO PASSADO
Com ‘problema mal resolvido’, Charles do Bronx tem revanche marcada contra Nik Lentz, dia 5 de setembro, e quer apagar o ‘no contest’ de 2011 . “Nossa luta foi uma guerra e acredito que será outro grande combate”.
O ESTILO DE SEMPRE
Mais que uma simples derrota, Lyoto Machida não foi páreo para a estratégia de Weidman, em julho, e frustrou sua torcida: “Ele é um excelente lutador, mas sempre previsível”, diz o preparador físico do Aranha, Rogério Camões.
RITMO DE FESTA
O Combate completa 12 anos em agosto e trouxe Jon Jones para ser garoto propaganda da campanha ‘Escolha o seu Combate’. O campeão gravou pílulas e vinhetas que serão exibidas nos canais Globosat.





