Por fabio.klotz

São Paulo - A experiência de Duda é uma das armas do caçula Rio Claro, time estreante no NBB. O tradicional clube paulista busca reviver os dias de glórias - foi campeão brasileiro e sul-americano na década de 90.

Duda ressalta história de Rio Claro e mira o playoff do NBB 7Divulgação

“É uma cidade que está por trás do time. Eu cresci vendo o Rio Claro jogar e ganhar tudo. É um sonho colocar o Rio Claro no lugar onde já esteve, mas temos de ir tijolo a tijolo para construir o nosso muro”, disse o ala-armador de 32 anos.

Há um mês no time, Duda está contente na nova casa. O objetivo do clube no NBB é claro: “Tem a dificuldade de ser o primeiro ano, mas a meta é classificar para o playoff. Lá, muita coisa pode acontecer. Temos de usar o exemplo do Mogi, que na temporada passada se classificou em 12º, deu trabalho e assustou o Flamengo e quase foi para a final. A nossa primeira meta é ir para o playoff”, avisa.

Após duas derrotas seguidas, para Palmeiras e Pinheiros, Rio Claro busca a primeira vitória na história do NBB no duelo desta quarta-feira, contra a Liga Sorocabana, às 20h, na casa do rival.

"Será mais um jogo difícil. A Liga Sorocabana cresce muito jogando em casa. Temos de corrigir os erros que cometemos contra Palmeiras e Pinheiros. Vamos tentar buscar um pouco mais de tranquilidade. É trabalhar também o psicológico que o resultado vai vir. Nossa equipe é boa", disse Duda.

Novo número e homenagem

Como Mosso usa a camisa 10 no Rio Claro, Duda, que usou o número nos anos em que defendeu o Flamengo e Macaé, teve de escolher outro dígito. O ala-armador escolheu o número 3, uma forma também de homenagear um ex-craque da NBA.

"Eu sempre achei um número bonito e era usado pelo Allen Iverson, um dos meus ídolos. É um número diferente, bacana", declarou Duda.

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