De Zico a Gabigol

Ícones nas conquistas de 1981 e de 2019, craques têm números semelhantes na Libertadores

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Se Zico foi o ícone do Flamengo na conquista da Libertadores de 1981, o mesmo pode se dizer em relação a Gabigol no histórico bicampeonato continental em 2019. Guardadas as devidas proporções — o Galinho é considerado um Deus pela Nação rubro-negra —, o feito dos dois ídolos, nos números, são parecidos. Exemplo? Eles fizeram dois gols nas partidas que valeram o título, contra Cobreloa-CHI e River Plate-ARG.

Com nove gols na Liberta deste ano, Gabigol ficou a dois de Zico na artilharia de uma só edição da competição continental (fez 11 em 1981). Mas foi o único a balançar a rede em todas as fases — soma dois gols na primeira, dois nas oitavas, um nas quartas, dois nas semifinais e dois na final, igualando o feito do argentino Riquelme, de 2007, pelo Boca Juniors.

Com 40 bolas na rede nesta temporada, recorde do Fla neste século, Gabigol ainda supera o eterno camisa 10 no Brasileiro — chegou aos 22, um a mais do que Zico fez nas edições de 1980 e 1982.

Com o Flamengo no Mundial de Clubes, em dezembro, no Catar, resta saber se Gabigol vai se equiparar a Zico na busca pelo título mais importante na história de qualquer clube. Há 38 anos, o Galinho brilhou nos 3 a 0 sobre o Liverpool. Agora, o atacante terá a chance de repetir o gesto, quem sabe, também contra o clube inglês.

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