
O clube inglês foi considerado culpado por ter informado, de forma falsa, os valores de seus patrocínios, entre 2012 e 2016, apresentados à Uefa em um processo que teve documentos vazados pela revista alemã 'Der Spiegel', em 2018.
Os documentos vazados mostravam que o proprietário do City, Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, estava financiando o patrocínio de 67,5 milhões de libras (cerca de R$ 380 milhões) da camisa, estádio e as divisões de base através da companhia aérea de seu país, Etihad.
Atual segundo colocado do Campeonato Inglês, 22 pontos atrás do líder, o Manchester City está na zona de classificação para a próxima edição da Liga dos Campeões. Com a decisão da UEFA, a tendência é que o quinto colocado da Premier League passe a fazer parte do grupo que jogará o torneio no próximo ano.





