Principal reforço do Galo na temporada, Lucho González foi um dos destaques na campanha do 46º do Campeonato Mineiro
Principal reforço do Galo na temporada, Lucho González foi um dos destaques na campanha do 46º do Campeonato MineiroPedro Souza/Atlético
Por O Dia
Belo Horizonte - Na decisão do Campeonato Mineiro, deu Atlético. O empate em 0 a 0 com o América, neste sábado, no Mineirão, garantiu ao Galo o 46º título estadual da história do clube. Dono da melhor campanha, o Alvinegro explorou a vantagem do regulamento, pois o clássico disputado no domingo também terminou empatado sem gols. Ao Coelho, de volta à elite do futebol brasileiro, fica a frustração pelo pênalti perdido que poderia ter mudado o último capítulo da decisão.
Com 46 títulos estaduais, o Atlético se isolou como o maior campeão de Minas Gerais. Apesar da oscilação na competição, a conquista aumenta a confiança da torcida pelo fim do jejum em Brasileiros. Campeão pela última vez em 1071, o Galo chega credenciado como o clube de melhor campanha nas primeiras cinco rodadas da Libertadores.
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O investimento foi alto. A chegada de nomes de peso como Nacho Fernández e Hulk demonstraram o tamanho do apetite da diretoria e dos patrocinadores que incentivaram as contratações. No entanto, não houve passeio. O primeiro tempo foi equilibrado, mas o Galo teve chances reais de abrir o placar com Igor Rabello e Nacho Fernández, que pararam nas grandes defesas do goleiro Matheus Cavichioli.

No início do segundo tempo, o árbitro Felipe Fernandes de Lima assinalou o pênalti de Igor Rabello sobre Felipe Azevedo. Na cobrança, Rodolfo carimbou o travessão e desperdiçou a chance de mudar o rumo da decisão. Nos acréscimos, o Coelho reclamou muito de outro pênalti não marcado de Igor Rabello, mais uma vez, na disputa com Eduardo Bauermann. No fim, a festa do Atlético pelo título contrastava com o tenso clima do lado dos jogadores e a comissão técnica do América que cercaram o árbitro Felipe Fernandes após o apito final.